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Dica de aposta: não aposte baseado em “achômetros”, mas siga seu feeling

Autor
Por Paulo Augusto

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Novembro de 2019. O jogo era Athletico Paranaense contra CSA. O Campeonato Brasileiro da Série A entrava na sua fase decisiva. O time curitibano estava bem na classificação, apresentava um ótimo futebol e a partida seria em seu estádio.

Do outro lado, um CSA que pela primeira vez no século disputava a Série A. Estava mal das pernas, lutava desesperadamente contra um quase inevitável rebaixamento e o time era limitado.

O cenário celebrava uma possível goleada – ou, no mínimo, uma vitória tranquila para os mandantes. As casas de aposta seguiam essa tendência e apontavam a linha de 1.50. Ou seja, se a aposta for Athletico -1.50, uma vitória do rubro-negro por dois ou mais gols de diferença a aposta é ganha. Parecia ter valor.

Fiz toda a análise do jogo. Estatisticamente, tinha total sentido. O retrospecto, a campanha, as escalações… mas algo me incomodava com essa bet. Eu via no Athletico exatamente o que está descrito acima: qualidade, competência, trabalho bem feito. No entanto, eu sentia uma certa “acomodação” do time em alguns jogos e achava que, a qualquer momento, isso seria refletido em resultados – algo que não estava acontecendo ainda.

Resolvi que não faria essa aposta. Ainda assim, esse jogo permanecia na minha cabeça. Resolvi rever com mais carinho os últimos jogos do CSA. Cheguei, então, à conclusão improvável: ir de CSA +1.5 – ou seja, a aposta seria ganha se o time alagoano vencesse, empatasse ou perdesse por apenas um gol de diferença. 

Ainda que tudo indicasse que essa aposta não era a ideal, que era arriscada, o sentimento que eu tinha era de que essa aposta seria vencedora. O jogo aconteceu e, como esperado, deu vitória do Athletico Paranaense. Um magro 1 x 0, com gol da vitória marcado aos 37 do segundo tempo. Aposta feita, aposta ganha.

Analisou uma aposta? Confie nela!

Confiar ApostaPulamos para fevereiro de 2020. O jogo agora é entre Corinthians x Inter de Limeira, pelo Campeonato Paulista. Uma semana antes, o Timão havia vencido o Santos com um sólido 2 x 0. Talvez não entrasse em campo com o time titular – o técnico escondia o jogo – por conta de compromisso decisivo pela Libertadores. 

A Inter de Limeira, por sua vez, estava de volta à primeira divisão paulista após vários anos e a luta, claramente, é contra o rebaixamento. Qualquer coisa além disso seria um lucro gigantesco. O cenário era bem claro: independente do time que entrasse em campo, jogando em casa, o Corinthians seria bem favorito.

Faço uma análise prévia e identifico que a linha justa para esse jogo seria 0.75 ou, no máximo, 1. Eis que as casas oferecem 1.25 – algo de muito valor dentro do que eu havia analisado. 

Começo, então, a duvidar de minha análise. Será que eu precifiquei corretamente? Afinal, o Corinthians, jogando em casa, mesmo sem todos os titulares, é sempre muito forte – especialmente contra uma equipe menor.

Pensei, refleti, fiquei com esse jogo na cabeça. Eu estava decidido que não faria a aposta em favor do Corinthians. Por outro lado, o +1.25 para a Inter de Limeira me atraía profundamente. Mas era o Corinthians… E uma voz na minha cabeça: “Deixa de tua invenção, não tem porque fazer essa aposta”.

Desta vez, abandonei meu feeling. Por mais que eu encontrasse valor naquela bet, eu passei a ter dúvidas de minha análise. Não confiei nela. E não fiz nada. O resultado: Corinthians 0 x 1 Inter de Limeira. A aposta seria ganha.

Adquirindo a capacidade de “sentir” nas apostas esportivas

Capacidade De Sentir Apostas EsportivasNo universo das apostas esportivas, apostadores têm seus próprios métodos de analisar e precificar um jogo, mas, via de regra, a base é a mesma: acompanhar o campeonato, assistir jogos, melhores momentos, analisar as notícias dos times, as necessidades de cada um e, a partir daí, precificar e fazer (ou não) a aposta.

O diferencial para o apostador, o que está além das análises objetiva e mesmo subjetiva, é justamente a capacidade de “sentir” ou “prever” algo que o mercado não está enxergando. Porque não é algo palpável. 

E não se trata de palpite. Esqueça o “eu acho que…” simplesmente por achar. Isso não é feeling e não serve para apostar. Se você não acompanha o Campeonato Francês, não tem embasamento para acreditar que o PSG vai ganhar do Lille por mais de 2 gols de diferença. Isso é mero “achômetro”, não é feeling.

O feeling é um diferencial, mas ele só existe, só está presente, se você é especialista naquela competição, se você conhece os times, viu as equipes jogarem. A partir dessas informações que vão sendo armazenadas na sua memória, sem que perceba, você vai aumentando seu repertório acerca do que está estudando. 

A partir daí, nada mais é feito com base no “achar”, mas no “sentir”. E confiar no seu feeling é fundamental – tanto quanto confiar na sua análise. Mesmo muitas vezes ele vá lhe levar para um caminho contrário ao que tudo parece caminhar. Geralmente, esse é o caminho do sucesso.

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